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The Legend of Zelda: Breath of the Wild marca o lançamento do Switch | Crítica

Não é novidade para ninguém que esse ano tivemos o lançamento do inovador console da Nintendo: o Switch, capaz de se tornar um portátil. Junto com o console, foi lançado Breath of the Wild, o mais novo capítulo da franquia The Legend of Zelda.

A trama do jogo começa com Link acordando em uma caverna e logo após isso você descobre que um evento que ocorreu um século atrás ainda perturba Hyrule. Seu objetivo então é viajar pelo mapa e reunir os povos locais para combater a ameaça que está por vir.

Enquanto a história é simples, a exploração e a jogabilidade são o diferencial por serem totalmente imersivas. O mundo aberto de Breath of the Wild conta com diversos cenários (desde um deserto até uma imensa floresta) que fazem você explorar cada detalhe e o melhor é a forma de interação com as side quests nesses ambientes. As missões secundárias não aparecem em forma de ícone ou em avisos, sendo descobertas apenas com os NPCs, dando a sensação de que o jogador está dentro do jogo.

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Outro exemplo de imersão é o sistema de combate, que abre espaço para a sua criatividade, ou seja, o jogador cria uma forma para derrotar o inimigo. A versão de WiiU apresenta alguns defeitos gráficos, enquanto no Switch o jogo roda perfeitamente, inclusive, a jogabilidade no novo console da Nintendo mostra todo o seu poder.

The Legend Of Zelda: Breath of the Wild é uma obra de arte da Nintendo para o Switch e marca o lançamento do console. Me arrisco ao dizer que temos aqui o melhor jogo de 2017.

O jogo foi lançado para Nintendo Switch e WiiU no dia 3 de Maio.

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