Tag: stephen king

livro-mais-recente-de-stephen-king-dara-origem-a-tres-filmes-diferentes-4522264

Stephen King | Autor anunciou seu novo livro para 2021

O escritor e mestre do terror Stephen King anunciou o lançamento do seu novo livro intitulado de Later para março de 2021. A nova obra vem pouco tempo depois de If It Bleeds, uma coleção de contos do autor.

A publicação vai seguir a sequência das obras The Colorado Kid, de 2005, e Joyland, de 2013, e sairá pelo selo Hard Case Crime. Segundo a sinopse, a história fala sobre “segredos que mantemos enterrados e o custo de os revelar”. Segue a baixo a sinopse do livro:

Filho de uma mãe solteira, Jamie Conklin só quer ter uma infância normal. Mas Jamie não é uma criança comum. Nascido com um dom natural que sua mãe insiste que ele deve manter escondido, Jamie pode ver o que mais ninguém vê e aprender o que ninguém mais aprende. Mas o preço de usar essa habilidade é maior do que Jamie pode imaginar, como ele descobre quando um detetive da polícia de Nova York o coloca na perseguição a um assassino que ameaçou atacar de dentro do túmulo

“‘Later’ mostra Stephen King na melhor forma, uma história aterrorizante e tocante sobre a perda da inocência e desafios que testam nosso entendimento de certo e errado. Com fragmentos do clássico ‘It‘, ‘Later’ é uma poderosa, assustadora e inesquecível exploração do que é preciso para enfrentar o mal”, continua o texto. O livro já está disponível para pré-venda no Estados Unidos, com lançamento previsto para o dia 2 de março de 2021, por US$ 14,95 (R$ 80). Ainda não há previsão de chegada ao Brasil. 

“‘Later’ mostra Stephen King na melhor forma, uma história aterrorizante e tocante sobre a perda da inocência e desafios que testam nosso entendimento de certo e errado. Com fragmentos do clássico ‘It‘, ‘Later’ é uma poderosa, assustadora e inesquecível exploração do que é preciso para enfrentar o mal”, continua o texto. O livro já está disponível para pré-venda no Estados Unidos, com lançamento previsto para o dia 2 de março de 2021, por US$ 14,95 (R$ 80). Ainda não há previsão de chegada ao Brasil. 

“‘Later’ mostra Stephen King na melhor forma, uma história aterrorizante e tocante sobre a perda da inocência e desafios que testam nosso entendimento de certo e errado. Com fragmentos do clássico It: A Coisa, ‘Later’ é uma poderosa, assustadora e inesquecível exploração do que é preciso para enfrentar o mal”, continua o texto. O livro já está disponível para pré-venda no Estados Unidos, com lançamento previsto para o dia 2 de março de 2021, por US$ 14,95 (R$ 80). Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

Um pouco mais sobre Stephen King

Stephen Edwin King, é um escritor norte-americano de enorme referência dos gêneros:  terror, ficção sobrenatural, suspense, ficção científica e fantasia. Todos os seus livros já venderam mais de 400 milhões de cópias, com várias publicações em mais de 40 países.

 Ele é um dos dez autores mais traduzidos no mundo. Muitas de suas obras já foram adaptadas em filmes, minisséries, séries de televisão e quadrinhos. King já publicou 59 romances, incluindo 7 sob o pseudônimo de Richard Bachman, e 6 livros de não ficção. Ele já escreveu cerca de 200 contos, a maioria dos quais foram publicados em coleções de livros.

Embora seu talento se destaque na literatura de terror/horror, escreveu algumas obras de qualidade reconhecida fora desse gênero e cuja popularidade aumentou ao serem levadas ao cinema, como nos filmes Conta ComigoUm Sonho de Liberdade (contos retirados do livro Quatro Estações), ChristineEclipse TotalÀ Espera de um Milagre, entre outros.

O seu livro, Na Hora da Zona Morta, originou uma série da homônima da FOX . O próprio King já escreveu roteiros de episódios para séries, como Arquivo X, em que ele escreveu o roteiro do episódio “Feitiço”, da quinta temporada.

Stephen King

Para mais novidades sobre a vida e obra de Stephen King fique atento ao nosso site e redes sociais. Não esqueça de seguir o 1 Real a Hora no Twitter e Instagram!

Fonte da Notícia: Comic Book

junji-ito-9438712

Junji Ito | Mangaká diz ter interesse em trabalhar com Stephen King

Depois de ter insinuado uma possível pareceria com Hideo Kojima na produção de um jogo de terror, agora foi a vez de Stephen King ter sido citado como preterido de Junji Ito para uma provável parceria.

Em entrevista com Junji Ito durante a edição online da Comic-Con 2020, que foi organizada pelo pessoal da Viz Media, editora responsável por publicar várias histórias originais do mangaká, perguntou a Ito com quem ele mais gostaria de trabalhar e Junji respondeu que King é um dos escritores que está no topo da lista de trabalhos que ele adoraria traduzir em mangá. 

Com um amplo nascimento de contos de terror no currículo do autor, há mais do que algumas histórias que Ito poderia escolher e que foram criadas por Stephen King no passado. Embora Junji tenha criado seu quinhão de histórias originais no passado, isso também não o impediu de adaptar romances ou contos de outros escritores.

King criou grandes obras como Cemitério Maldito, O Iluminado, IT e Carrie a estranha, definitivamente tem seu quinhão de histórias que funcionariam bem com o estilo de arte incrivelmente detalhado de Ito.

Recentemente, Ito adaptou o romance No Longer Human, que seguia a vida amaldiçoada de um jovem artista cujas lutas internas se manifestavam como fantasmas que o assombravam ao longo de sua vida. Adaptando o romance em um mangá, Ito conseguiu capturar a natureza perturbadora do romance que foi escrita por Osamu Dazai, uma história ainda mais perturbadora pelo fato de ser o último de Dazai antes de cometer suicídio.

 Desnecessário dizer que Ito poderia usar as mesmas habilidades que ele usou para adaptar o romance de Dazai para nos dar uma nova visão de algumas das histórias clássicas de Stephen King.

Embora Junji Ito não tenha entrado em detalhes sobre quais histórias ele gostaria de adaptar do Rei do Horror, há muito por onde escolher e nós, pessoalmente, gostaríamos de ver Ito escrevendo sobre pessoas como o palhaço assassino de Derry, Pennywise ou os zumbis que saíram do Pet Sematary.

Para mais notícias envolvendo a vida e obra do Junji Ito, veja aqui.

Não esqueçam de seguir o 1 Real a Hora no Twitter e Instagram.

Fonte: Comic Book

Doutor Sono — Alcoolismo, Traumas e Telepatia | Review

O clássico O Iluminado, tanto em sua versão original escrita pelo lendário Stephen King quanto em sua adaptação cinematográfica dirigida pelo também lendário Stanley Kubrick, é amplamente considerado uma das melhores histórias de terror já escritas. No entanto, há um problema inconciliável no que tange à relação entre as duas versões dessa obra: enquanto Stanley Kubrick deliberadamente ligou o f*da-se para a obra original em sua adaptação, resultando em uma narrativa com diferenças significativas, Stephen King nutre um ódio visceral pelo filme de Kubrick.

Naturalmente, o anúncio de um filme baseado no livro Doutor Sono — continuação de O Iluminado protagonizada por Danny Torrance cerca de 40 anos depois — foi recebido com inúmeros questionamentos sobre qual seria a abordagem escolhida para adaptar a trama da sequência, visto que seria necessário conciliar duas versões radicalmente diferentes para não correr o risco de alienar nenhum dos públicos-alvo. 

O diretor escolhido para essa difícil empreitada foi ninguém menos que Mike Flanagan (responsável por filmaços como O Espelho, Hush e Jogo Perigoso, além da minissérie sensacional A Maldição na Residência Hill), um dos melhores diretores vivos desse gênero, na minha nada humilde opinião, e também um fã confesso de Stephen King. A produção resultante é um thriller psicológico com elementos de terror sobrenatural, com uma trama que gira em torno de um eixo temático bastante introspectivo e reflexivo.

Aí vem o elefante na sala: um ponto que muitos amigos meus levantaram como se fosse um defeito de Doutor Sono foi o fato de o filme ter sido “vendido” como um terrorzão que continua a história de um dos maiores clássicos do cinema, mas não ter entregado exatamente isso. Quanto à parte de não ter sido um terrorzão eu até entendo porque o marketing de fato não fez jus ao conteúdo do filme (que como toda a filmografia do Flanagan está longe de ser convencional), em mais um exemplo da clássica epidemia de “vamos vender um filme ‘cabeça’ para as massas mentindo na cara dura sobre ele” que acomete Hollywood desde o início da era blockbuster.

Agora, não dá pra dizer que o filme de Flanagan não seja uma sequência digna da história de O Iluminado, pois mesmo não seguindo a mesma estrutura (até porque se seguisse, o filme não teria nem motivo pra existir), Doutor Sono expande os conceitos introduzidos na obra original à medida que dá continuidade aos temas explorados na mesma.

Ewan McGregor como Danny Torrance

Ok, vamos falar do filme em si. Como ele é?

Bom, a trama de Doutor Sono acompanha Danny Torrance após aquele fatídico inverno no Hotel Overlook. Após uma breve passagem recontando momentos da infância do garoto logo após os eventos do filme original, a história pula para o presente com um Danny (agora usando o nome “Dan” e interpretado por Ewan McGregor) já adulto e sofrendo com o alcoolismo que ele tem utilizado como refúgio para “abafar” sua capacidade de Iluminação, que resolve largar tudo e se mudar para uma cidadezinha em New Hampshire onde possa recomeçar do zero. 

Ainda no início do filme, há um salto temporal de oito anos, período no qual Dan permaneceu sóbrio e vem trabalhando como enfermeiro em um hospital para pacientes terminais, utilizando sua habilidade (e a ajuda de um gato) para confortar aqueles que se encontram à beira da morte, e é aí que a trama de verdade se inicia.

Enquanto isso, acompanhamos as perspectivas de mais duas personagens: Abra Stone (Kyliegh Curran, em sua estreia surpreendentemente boa como atriz), uma garota de treze anos residente da cidadezinha para onde Dan se mudou, que também é Iluminada e acaba conhecendo o protagonista através de conversas telepáticas; e a vilã “Rose, a Cartola” (Rebecca Ferguson, mais conhecida como a agente Ilsa Faust na franquia Missão Impossível), a líder de um culto de vampiros psíquicos que consomem almas de Iluminados para frear o próprio envelhecimento.

Kyliegh Curran em seu papel de estreia como Abra Stone

O simples fato de termos uma vilã definida, com os próprios relacionamentos e ideais, já mostra que não estamos diante de um filme de terror tradicional. Como mencionado anteriormente, trata-se de um thriller psicológico mais do que qualquer outra coisa, onde a trama põe as perspectivas antagônicas de Dan/Abra e Rose em rota de colisão e dá ênfase aos efeitos que cada revelação surte na psiquê dos personagens.

Em contraste com o conflito interno de Dan e seu relacionamento com Abra, que são abordados com sutileza e nuance quase “Kubrickianas” (não sei se essa palavra existe, mas se não existir, você viu aqui primeiro) em um nível que apenas Mike Flanagan é capaz de proporcionar, a disputa da dupla de protagonistas com Rose traz à tona os elementos sobrenaturais da narrativa e rende cenas extremamente psicodélicas onde os personagens literalmente invadem a mente um do outro e travam verdadeiras batalhas de inteligência.

Embora essa representação mais explícita do componente fantástico da narrativa tenha cumprido seu papel de agradar Stephen King e os fãs mais puristas da obra, em alguns pontos ela acaba parecendo deslocada e artificial devido à discrepância existente entre a linguagem visual dessas sequências e o tom de realismo fantástico mais subjugado que predomina nos demais momentos do filme.

Rebecca Ferguson como a carismática e medonha vilã “Rose, A Cartola”

Essa discrepância é justamente a razão pela qual me incomodei com alguns elementos presentes no terceiro ato. Claro que os protagonistas e a vilã precisam inevitavelmente se encontrar para o clímax da trama, mas a rapidez com a qual o conflito é eventualmente resolvido quando esse encontro finalmente ocorre é um pouco decepcionante tendo em vista a excelente dinâmica de antagonismo que tivemos no filme até aquele momento. Além disso, há um excesso de callbacks para o filme de 1980 que acabam sendo desnecessários e até mesmo redundantes considerando o contexto no qual eles estão inseridos.

Com exceção dessas falhas pontuais, o filme consegue manter o foco em seu objetivo central de complementar os temas de O Iluminado, explorando o papel do alcoolismo como uma válvula de escape e a sombra permanente que esse vício projeta sobre a vida de uma pessoa mesmo depois que ele foi aparentemente superado. Quanto a isso, o filme manteve uma coesão temática impecável que não é nada surpreendente tendo em vista o histórico de Mike Flanagan em suas histórias de suspense/terror com uma forte ênfase nos personagens.

Por fim, resta dizer que Doutor Sono é um ótimo thriller psicológico que provavelmente não irá agradar àqueles que estavam esperando um terror convencional cheio de jumpscares extravagantes como fora prometido pelos trailers, mas surpreenderá tanto os fãs cativos de  Stephen King quanto os admiradores do clássico de Stanley Kubrick do qual este filme é sequência.

Eu pessoalmente não conseguiria imaginar nenhum outro diretor realizando a façanha que Mike Flanagan realizou aqui, de adaptar para o cinema a sequência de uma história cuja adaptação fora radicalmente diferente da obra original. Se em Jogo Perigoso você não tiver notado a paixão que o cara tem pela obra do King, certamente vai notar depois de assistir Doutor Sono.

Mesmo com os defeitos mencionados anteriormente (ou talvez por causa deles), a sinceridade da reverência que Flanagan demonstra para com as duas versões d’O Iluminado é inquestionável. O cuidado que o diretor toma para equilibrar aspectos dessas visões antagônicas em uma trama coesa resulta em uma continuação digna e envolvente para um dos maiores clássicos do terror.

It : Capítulo 2 – Um épico do Horror | Review

A conclusão da adaptação cinematográfica da obra de Stephen King nos apresenta a volta do Clube dos Otários depois de 27 anos enfrentando seus antigos traumas, incluindo seu maior de todos, o palhaço Pennywise, junto a um conto de horror épico.

Assim como seu antecessor, a continuação executa seus primeiros minutos com um clima sombrio e pesado, porém além da cena ter como objetivo de nos mostrar uma parte bárbara e horrenda da humanidade, tem de nos apresentar A Coisa pela primeira vez no filme, porém o acontecimento retratado na cena é pesado o suficiente para ofuscar a aparição de uma entidade que se alimenta de crianças, o fazendo se apagar muito facilmente para alguns.

A partir desse ponto, temos a volta do Clube dos Otários sendo reunidos novamente, com o roteiro e a montagem nos inserindo a vida e a situação de um a um por vez, nos situando e lembrando de momentos passados de suas vidas. Lembrar é algo que o filme costuma fazer, aproveitando da narrativa do livro onde alguns acontecimentos só são revelados em momentos futuros da história, aqui se usa esse artifício e se mantém assim para a progressão do roteiro.

Após a apresentação de cada Otário e seu reencontro, o filme divide o tempo de tela para cada um novamente, em consequência do roteiro e também para dar tempo de desenvolvimento para cada personagem, algo que para alguns pode parecer cansativo e longo, mas para outros não, pois o pró dessa progressão dividida dos personagens é que cada um apresenta uma situação diferente, o que faz o espectador esperar curiosamente para saber o que será dessa vez, criando mais sequências bizarras com diversas aparições diferentes.

Uma coisa a se ressaltar aqui são os cortes belíssimos e inteligendes que o diretor faz, mesclando uma cena a outra com objetos e lugares diferentes, o que é usado bastante e pode parecer repetitivo, porém sempre de uma maneira diferente e repito, belíssima.

Eu particularmente sou um fã de terror psicológico, porém It nos leva excelentemente para uma viagem de horror físico e visual belíssima de se assistir, e que com certeza teve minha atenção me levando a ansiar pela sua continuação, e felizmente aqui não foi diferente. Como já sabemos, A Coisa pode assumir diversas formas diferentes, algo que é explorado ainda mais nessa sequência, com diversos monstros, bizarrices e momentos aterrorizantes de se assistir.

Pennywise com seu belo sorriso

Cenas com construção de jumpscare acontecem, o que pode fazer alguns torcerem o nariz, porém a direção as vezes tenta te enganar de alguma forma, como por exemplo construindo a cena de uma forma diferente ou tentando nos fazer desacreditar que algo irá acontecer em tal momento, o que na maioria das vezes funciona, porém não em todas, o que acaba transformando essas poucas sequências em algo “mais do mesmo” em questão de terror.

O claro aumento do uso de CGI felizmente não afeta a performance de Bill Skarsgård como Pennywise, que também tem um aumento de cenas sem o uso do CGI com sua excelente interpretação sendo explorada de maneira mais cru.

Bill Skarsgård como Pennywise


O ótimo elenco ajuda a nos manter ligados aos personagens dos quais nos apegamos no primeiro filme, não só com o roteiro interligando passado e presente de uma maneira interessante e inteligente, mas até com a semelhança do elenco adulto com o juvenil, são semelhanças peculiares entre cada um que eu acho digno de ser citado aqui (clique aqui para ver a lista do elenco com os atores juvenis e adultos).

A química entre eles flui muito bem assim como em seu antecessor, porém aqui a montagem peca consideráveis vezes fazendo tudo ficar inconsistente e sofrendo com sua fragmentação de personagens em tela, o que faz tudo ficar novamente mais um pouco cansativo.

Isaiah Mustafa, Bill Hader, James Mcavoy, Jessica Chastain e Jay Ryan

É interessante algumas metáforas que o filme faz com a realidade, sobre o autor (Stephen King) e sua obra original que é o livro, não sei vocês, mas o que eu vi ali era claro, ainda mais com as mudanças feitas no filme.

Felizmente o diretor argentino Andy Muschietti consegue driblar as maiores dificuldades de adaptar a conclusão épica de It nos entregando uma conclusão digna de seu antecessor, um horror épico de conclusão para uma obra tão grandiosa dentro do próprio gênero e até na cultura pop, com excelentes momentos de horror usufruindo bem mais do poder do CGI, que está estupendo, momentos divertidos e emocionantes, pecando em certos momentos de terror e derrapando em sua inconsistência, porém concluindo tudo de maneira satisfatória.


Doutor Sono tem trailer revelado!

O mais novo trailer da continuação de O Iluminado , Doutor Sono, foi revelado. Confira:

“Doutor Sono” continua a história de Danny Torrance, 40 anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook, de O Iluminado. Ewan McGregor, Rebecca Ferguson e a novata Kyliegh Curran estrelam o thriller sobrenatural, dirigido por Mike Flanagan, que escreveu o roteiro com base no romance de Stephen King. Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança no Hotel Overlook, Dan Torrance lutou para encontrar alguma aparência de paz. Essa paz é destruída quando ele encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom extra-sensorial, conhecido como “Brilho”. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura, desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose. A inocência de Abra e a maneira destemida que ela abraça seu Brilho fazem com que Dan use seus próprios poderes como nunca, enquanto enfrenta seus medos e desperta os fantasmas do passado. “Doutor Sono” é estrelado por Ewan McGregor (“Star Wars: Episódios I, II e III”, “T2 Trainspotting”) como Dan Torrance, Rebecca Ferguson (os filmes de “Missão: Impossível”, “O Rei do Show”) como Rose Cartola e Kyliegh Curran, em sua estreia no cinema, como Abra. O elenco principal também inclui Carl Lumbly, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Bruce Greenwood, Jocelin Donahue, Alex Essoe e Cliff Curtis.

Doutor Sono tem estréia marcada para 8 novembro. Para mais novidades fique atento ao nosso site e redes sociais.

1 Real a Hora

Encontre Sua Trilha No Mundo Nerd!
1 Real a Hora - 2020 | Desenvolvido por Vedrak | Mantido online e operante em parceria com a Nixem Cloud