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Oscar exigirá mais representatividade para indicado ao melhor filme

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, anunciou novas regras de diversidade e inclusão para obras que buscam o prêmio de Melhor Filme do Oscar.

Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou neste terça-feira (08) novas exigências para que produções sejam indicadas à categoria de melhor filme do Oscar a partir de 2024.

Essas medidas fazem parte de um certo planto da indústria para tentar aumentar a diversidade nas futuras obras.

As produção que quiserem participar do prêmio de melhor filme deverão atender dois dos quatro critérios.

Os critérios do Oscar:

  • Ter membros de minorias, como negros ou latinos, em papéis de protagonistas ou coadjuvantes, ou 30% do elenco composto por grupos pouco representados, ou narrativa principal focada nestes grupos.
  • Ter um número determinado de membros de grupos pouco representados, como mulheres ou pessoas com deficiência, em cargos de liderança ou 30% da equipe geral formada por membros destes grupos.
  • Oferecer cargos pagos de estágio ou de aprendizado para membros de grupos pouco representados nos estúdios, distribuidoras e produtoras, além de vagas de oportunidades de desenvolvimento de habilidades e de treinamento para membros destes grupos em cargos menores na equipe de produção.
  • Ter cargos de liderança nos estúdios e/ou produtoras preenchidos por membros de minorias ou grupos pouco representados nas equipes de marketing, distribuição e/ou publicidade.

Todas as outras categorias manterão seus requisitos atuais.

Tais exigências serão observadas a partir de examinações das gravações e do comunicação entre a Academia e cineastas e distribuidoras.

Vale lembrar a Academia que já havia anunciado em junho que tinha planos para aumentar a diversidade na premiação. 

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(Via: G1)

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Globo bate recorde de audiência com a exibição de Pantera Negra

Em cima da hora a Globo alterou o filme da Tela Quente e se deu muito bem. Com a exibição de Pantera Negra no lugar de O Que Te Faz Mais Forte, para homenagear o ator Chadwick Boseman, a sessão inédita bateu recorde de audiência.

No PNT (Painel Nacional de Televisão), que reúne índices das 15 maiores regiões metropolitanas do Brasil, Pantera Negra registrou 24 pontos, maior audiência desde outubro de 2019. Cada ponto equivale a 260.558 domicílios.

A Tela Quente também atingiu o maior share desde setembro de 2018. Share é o percentual de televisores sintonizados em um canal. De cada 100 aparelhos ligados, 52 estavam em Pantera Negra.

Segundo dados consolidados da Kantar Ibope, o filme alcançou mais de 46 milhões de brasileiros, o melhor resultado da sessão de filmes desde novembro de 2019.

Em São Paulo, o primeiro super-herói negro do cinema também bateu recorde: 27,1 pontos e 50,5% de participação nos televisores ligados.

Antes de exibir Pantera Negra pela primeira vez na TV aberta, a Globo escalou o jornalista Manoel Soares, dos programas Encontro e É de Casa, para explicar a importância do filme para a cultura e para o combate ao racismo.

Um pouco mais sobre Pantera Negra

 é um filme de super-herói estadunidense de 2018, baseado no personagem de mesmo nome da Marvel Comics, produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, sendo o décimo oitavo filme do Universo Cinematográfico Marvel, além de ser o primeiro título solo do personagem.

Dirigido por Ryan Coogler, que também contribuiu com o roteiro ao lado de Joe Robert Cole, é estrelado por Chadwick Boseman como T’Challa / Pantera Negra, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Danai Gurira, Andy Serkis e Forest Whitaker.

Em Black Panther, T’Challa volta a casa como rei de Wakanda, mas encontra sua soberania desafiada por um adversário de longa data em um conflito que tem consequências globais.

O filme recebeu inúmeros prêmios e indicações, com sete indicações no Óscar 2019, incluindo Melhor Filme, com vitórias para Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Design de Produção.

Black Panther é o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação de Melhor Filme, bem como o primeiro filme do MCU a ganhar um Óscar. O filme também recebeu três indicações no Globo de Ouro 2019.

Pantera Negra

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Fonte da Notícia: Na Telinha

Adoráveis Mulheres é uma desconstrução necessária | Review

O longa Adoráveis Mulheres que ganhou holofotes durante a temporada de premiações de 2020, conta a história das irmãs March nos anos de 1860 e foi dirigido pela notória Greta Gerwig (de Lady Bird por exemplo).

A narrativa tem como foco a história dessas irmãs que são interpretadas por Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh e Eliza Scanlen. Sempre que estão juntas em cena, o foco do momento é explorar sua química e nos aproximar cada vez mais das personagens como um coletivo, algo que funciona muito bem e sempre aquece nossos corações ao ver a família March reunida.

À parte, temos uma outra trama sendo contada, que é a das mesmas irmãs, porém, já adultas no presente. O longa está sempre alternando entre passado e presente para nos contar essa história, algo que de início pode nos deixar confusos, mas inteligentemente a montagem nos apresenta uma estrutura de cena totalmente diferente para cada linha do tempo em que o filme se passa.

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Irmãs March reunidas.

Para o atual momento das irmãs na fase adulta, temos uma palheta de cores acinzentada e uma fotografia menos acolhedora, formando uma atmosfera fria. Já no passado, temos uma fotografia mais acolhedora, uma paleta de cores mais quente e uma atmosfera que nos acolhe junto com aquelas personagens vivendo suas vidas simples e cheias de amor.

Com essa alternância de tempo, a narrativa tem como um de seus temas base o amadurecimento e o crescimento para a fase adulta, o que fica cada vez mais claro com a evolução da narrativa, algo que casa muito bem com o ritmo do longa já que junto a esse esclarecimento de tema, já estamos cada vez mais próximos das personagens e se importando cada vez mais com elas.

É claro, o longa não se limita a ser apenas uma história sobre amadurecimento, e além de explorar a relação das irmãs, tem em seu contexto histórico uma importante tarefa que é levado como ponto principal pela diretora. Desconstruir a imagem da mulher em uma história e dar à elas sua devida diversidade narrativa.

É claro que isso já foi feito em obras anteriormente, mesmo que pouco, porém o diferencial de Adoráveis Mulheres é usar sua metalinguagem para comentar diretamente sobre esse assunto, além de já desconstruir esses papéis que infelizmente muitas pessoas esperam de mulheres em histórias, sejam elas em livros, filmes, ou quaisquer outros formatos de se contar uma história.

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Mesmo que Saoirse seja uma clara protagonista com sua personagem Jo March da qual tem um foco a mais no roteiro, todas as irmãs também são as estrelas do longa e entregam ótimas performances com uma verdade encantadora que nos aproxima muito de cada uma e de sua relação familiar. O elenco ao todo é de peso, contando com Maryl Streep que mesmo com um papel não tão grande consegue ser fenomenal, Laura Dern como a doce mãe das irmãs March, e até Timothée Chalamet como o cativante e interessante Laurie.

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Apesar do longa usar seu contexto histórico para criticar boa parte dos problemas patriarcais, a diversidade narrativa com as personagens nos leva a outros lugares além de uma história sobre amadurecimento e representações com relevância social, como também um romance clássico que chega a admirar a beleza , que, apesar de tudo, havia nessa época. Com sua excelente ambientação de época, isso é algo que pode parecer como um conflito de ideias, porém o filme apresenta toda sua diversidade narrativa de maneira orgânica de modo que cada sequência encaixa e flui perfeitamente.

No fim, Adoráveis Mulheres é um filme que não só nos apresenta um denso romance sobre amadurecimento e família, mas também é uma obra que desconstrói e critica diretamente arquétipos históricos sobre a representação feminina no modo de contar uma história.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente

Brad Pitt

Brad Pitt ganha Oscar de Melhor Ator Coadjuvante

Este é o segundo Oscar do ator

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Brad Pitt levou o premio de melhor ator coadjuvante por interpretar um dublê veterano em “Era uma vez em… Hollywood”

“Eu tenho 45 segundos, é mais do que o senado deu ao John Bolton nesta semana”, disse Pitt, citando o o ex-consultor de segurança nacional da Casa Branca e a sua participação como como testemunha no processo de impeachment do presidente americano Donald Trump.

Fora a referência política, o ator também quis homenagear o seu companheiro de tela Leonardo Dicaprio, e o diretor do Filme, Quentin Tarantino, o ator terminou o discurso homenageando seus filhos.

Essa foi o segundo Oscar de Brad Pitt, porém a primeira estatueta como Ator, já que o primeiro prêmio foi como produtor do filme “12 anos de escravidão”

O astro de Hollywood de 56 anos já havia sido indicado por suas performances em “O Homem Que Mudou o Jogo”, “O Curioso Caso de Benjamin Button” e “Os 12 Macacos”.

Para mais novidades sobre a premiação, fique ligado em nosso site e redes sociais. E não esqueça de seguir o 1 Real no Twitter e Instagram!

Jojo Rabbit – Dançando sob o terror | Review

Taika Waititi vem nos cativando consideravelmente nesses ultimos tempos, e sua recente obra Jojo Rabbit tem conquistado bastante espaço na temporada de premiações, dessa vez conquistando até uma indicação para melhor filme ao careca dourado.

Jojo Rabbit conta a história de um inocente menino de 10 anos chamado Jojo (Não, não o Bizarres Adventure) que cresce na Alemanha em plena guerra sob um governo nazista. Sendo assim, o menino cresceu dominado de ideologias nacionalistas e desenvolveu um melhor amigo imaginário totalmente baseado em Adolf Hitler.

Tal amigo é interpretado pelo próprio diretor do longa, Taika Waititi, que dá sempre um show quando aparece, roubando a cena e trazendo uma ótima sátira do ditador que rendem ótimas piadas e momentos super divertidos, nos fazendo até esquecer momentaneamente quem realmente é seu personagem por conta de sua caracterização amigável e acertiva.

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Taika caracterizado como amigo imaginário de Jojo, Adolf.

A estranheza de Taika é algo a se destacar, sempre uma sutileza engraçada, estranha ou aleatória é acrescentada ao universo de seus personagens ou a seu próprio personagem (Podemos facilmente lembrar do unicórnio de Hitler).

O longa é assumidamente uma comédia dramática, sendo assim ele é equilibrado entre um drama e uma comédia que contém uma atmosfera mais séria da qual temos consiência de existir em volta do personagem.

Esse equilíbrio é executado muito bem do ponto que o filme inteiro se passa da perspectiva de uma criança à tudo aquilo, sua inocência é posta a prova a todo instante, tendo em vista que era um tempo bastante difícil de que “o próprio pensar” fosse encorajado.

Roman Griffin carrega a narrativa de maneira adorável e cativante, a jornada de autodescoberta do personagem não é só engraçada mas também é entregue pelo ator mirim com excelência. Todas suas nuances exigidas para nos aproximar do personagem estão lá, e estão muito bem.

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Roman caracterizado como Jojo.

Scarlett Johansson mais uma vez dando um show e dividindo os olofotes com Griffin quando aparece, a atriz está excelentíssima no papel onde interpreta a genuina boa mãe de Jojo Betzler, Rosie Betzler.

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Scarlett como Rosie e Roman como Jojo.


A fotografia e a montagem fazem um excelente conjunto com a trilha sonora proporcionando uma jornada mais simpática do que estamos acostumados em longas que retratam o período da segunda guerra, e isso não só faz muito sentido como é cativante e muito bem executado.

Apesar de ter um excelente elenco e um ótimo equilíbrio entre os gêneros, seu ritmo pode parecer um tanto arrastado em meio ao segundo ato, mas logo volta aos trilhos sem cambalear muito.

No fim, somos levados a uma verdadeira dança em meio a todo esse terror da segunda guerra em uma fofa e engraçada história de auto descobrimento sob o ponto de vista de uma criança, explorando toda a inocência sendo manipulada por um ódio infundado e com todas as nuances cruéis e boas de se viver em tempos assim.

Avaliação: 4 de 5.

Ótimo

O Rei – Um brutal drama histórico | Review

O novo longa que é a possível aposta da Netflix para a temporada de premiações estrelado por Timothée Chalamet, conta a história do Rei Henrique V e de sua trajetória pelo reinado de uma maneira um tanto intimista.

O Rei funciona também como um Épico, mas eu diria que é um pouco de cada coisa. Um Épico Drama Histórico. O longa é contado quase inteiramente sob a perspectiva do personagem de Timotheé, que lida com as responsabilidades de ser um novo rei jovem que carrega o peso das decisões duvidosas do reinado anterior de seu pai.

É impossível falar de O Rei sem falar da atuação de Timotheé como Rei Henrique, não só por ser excelente, como esse é um longa que depende de uma ótima entrega de seu protagonista para fluir de maneira crível e profunda. O roteiro estabelece certas coisas que podemos esperar do personagem de Timotheé, mas não é tudo, o que acaba o tornando um personagem deveras imprevisível pelos primeiros atos do filme.

Mas todas essas lacunas que o roteiro deixa em especulação, a entrega de Timotheé não só nos aproxima do personagem, como nos faz compreender e sentir cada uma de suas ações e situações. Cada momento de silêncio que observamos de seu personagem transmite uma profunda sensação de dúvida, raiva, tristeza, enquanto ao mesmo tempo tenta manter sua postura como Rei. Com tudo isso posso afirmar, o Oscar de Timotheé está cada vez mais perto.

Timotheé como Rei Henrique V

Não é apenas a atuação de Timotheé que ajuda a carregar o longa, mesmo que seja o mais justo a se destacar. O elenco coadjuvante entrega uma excelente performance como por exemplo Joel Edgerton como um dos conselheiros do Rei e principalmente Robert Pattinson, que mesmo com o pouco tempo de tela que tem, rouba a cena com seu personagem excêntrico, cruel e cativante.

Pode ficar a impressão de que ele seja caricato, por ser apenas seria mais um exemplo de personagem com comportamento excêntrico, só que aqui o diferencial mesmo é a excelente atuação de Pattinson que nos deixa com um grande gostinho de quero mais.

Robtert Pattinson como Príncipe da França

O pouco tempo de tela de Pattinson acaba se tornando um problema quando ele é vendido como o grande vilão do longa, com destaque em trailers e até quando aparece roubando a cena, para no fim seu tempo de tela ser resumido a bem menos coisa do que poderia se esperar.

Toda a atmosfera crua e realista do longa é feita para nos aproximar de uma história real fazendo-a ficar o mais verossímil possível, sendo realizada com a junção de todo o elenco, junto ao roteiro que estabelece um ar de desconfiança em toda interação criada pela narrativa, junto a palheta de cores acinzentada e morta com a trilha sonora e fotografia contemplativa às dúvidas de seus personagens e a guerra.

Palheta de cores predominantemente acinzentadas

As cenas de batalha e guerra aqui são sufocantes. Não há uma coreografia de batalha épica e emocionante, a batalha aqui é a mais brutal e crua que se teve em tempos medievais. As longas e sufocantes sequências de batalha com personagens se perdendo em meio ao chão escorregadio e ao peso de suas armaduras, tantos homens amontoados que mal conseguem se mexer, é tudo muito bem realizado e verossímil, nos fazendo compreender toda a dificuldade e tensão da batalha que estamos assistindo.

Uma das cenas de batalha

O longa mantém um bom ritmo como drama histórico e épico de guerra, caminhando por esses dois gêneros de maneira orgânica e interessante. O que acredito ser o diferencial nesse filme em meio a tantos filmes de guerras medievais (além das sequências de batalhas).

No fim, O Rei da Netflix é um ótimo drama histórico e épico de guerra medieval, que peca em não saber aproveitar certas possibilidades e personagens em sua narrativa que o levariam para um patamar ainda mais memorável, mas que entrega muito bem as outras de suas propostas com atuações excelentes, o fazendo ser uma experiência satisfatória.

Adam Sandler e Joaquin Phoenix estão sendo cotados ao Oscar de melhor ator

Ainda temos um bom tempo até o anúncio dos candidatos ao Oscar de melhor ator de 2020, mas a crítica já prevê uma boa disputa: Adam Sandler, pelo seu papel no filme Uncut Gems e Joaquin Phoenix, protagonista de Coringa.

Para a revista Entertainment Weekly, os atores tiveram ótimas performances nos respectivos filmes e a resposta aos mesmos no Festival de Veneza é um forte indicativo de que os atores devem receber ao menos uma indicação ao prêmio da Academia.

No caso de Phoenix, é uma indicação que pode já até ser esperada pelo público. A história trágica e nada fantasiosa de como o palhaço frustrado e traumatizado Arthur Fleck se tornou um dos maiores símbolos de revoluções e crimes em Gotham, tem rendido ao ator incontáveis elogios, além de oito minutos de ovação na estreia do filme no Festival.

Já para o caso de Adam Sandler, essa é uma especulação que vem com uma certa surpresa, para dizer o mínimo. Segundo maior vencedor do troféu Framboesa de Ouro, que laureia os piores de Hollywood, o autor foi muito elogiado por interpretar em Uncut Gems um joalheiro boca-suja, impulsivo e viciado em jogos de aposta. O filme produzido por Martin Scorsese alcançou avaliação de 100% no site Rotten Tomatoes. Coringa, por sua vez, tem 83%. No site IMDb, o filme estrelado por Sandler tem nota 7,6, e o outro, estrelado por Phoenix, tem nota 9,6, o que faz deste o filme baseado em HQ com maior nota na história.

Coringa tem estreia marcada para o dia 3 de outubro. Já Uncut Gems tem estreia marcada para o dia 13 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o seu lançamento no Brasil.

Indicados ao Oscar 2017 e o Record alcançado por La La Land: Cantando Estações

Depois de semanas de premiações, a maior delas está próxima: a cerimônia do Oscar vai acontecer no dia 26 de fevereiro. E já chega com novidades impressionantes.

La La Land: Cantando Estações, musical de Damien Chazelle, estreando Emma Stone e Ryan Gosling, recebeu 14 nomeações ao Oscar, quebrando o recorde de 11 indicações empatado entre Ben-Hur (1959), Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003). O apresentador será o comediante e apresentador de talk-show Jimmy Kimmel, escolhido após comandar o Emmy em 2012 e 2016. Segue a lista dos indicados por categoria:

Melhor Filme

A Chegada

Até o Último Homem

Estrelas Além do Tempo, dirigido por Theodore Melfi

Lion: Uma Jornada Para Casa, dirigido por Garth Davis

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Entre Cercas, dirigido por Avi Mograbi

A Qualquer Custo, dirigido por David Mackenzie

La La Land: Cantando estações

Manchester À Beira-Mar

Melhor Diretor

Denis Villeneuve (A Chegada)

Mel Gibson (Até o Último Homem)

Barry Jenkins (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações)

Kenneth Logan (Manchester À Beira-Mar)

Melhor Ator

Casey Affleck (Manchester À Beira-Mar)

Danzel Washington (Entre Cercas)

Ryan Gosling (La La Land: Cantando Estações)

Andrew Garfield (Até o Último Homem)

Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)

Melhor Atriz

Natalie Portman (Jackie, dirigido por Pablo Larrain)

Emma Stone (La La Land: Cantando Estações)

Maryl Streep (Florence: Quem é Essa Mulher?, dirigido por Stephen Frears)

Ruth Negga (Loving, dirigido por Jeff Nichols)

Isabelle Ruppert (Elle, dirigido por Paul Verhoeven)

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Jeff Bridges (A Qualquer Custo)

Lucas Hedges (Manchester À Beira-Mar)

Dev Patel (Lion: Uma Jornada Para Casa)

Michael Shannon (Animais Noturnos, dirigido por Tom Ford)

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis (Entre Cercas)

Naomi Harris (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Nicole Kidman (Lion: Uma Jornada Para Casa)

Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo)

Michelle Williams (Manchester À Beira-Mar)

Melhor Roteiro Original

La La Land: Cantando Estações, escrito por Damien Chazelle

Manchester À Beira-Mar, escrito por Kenneth Lonergan

A Qualquer Custo, escrito por Taylor Sheridan

O Lagosta, dirigido por e escrito por Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou

20th Century Women, dirigido e escrito por Mike Mills

Melhor Roteiro Adaptado

Moonlight: Sob a Luz do Luar, roteiro por Barry Jenkins

Lion: Uma Jornada Para Casa, roteiro por Luke Davis

Entre Cercas, roteiro por Avi Mograbi

Estrelas Além do Tempo, roteiro por Theodore Melfi e Allison Schroeder

A Chegada, roteiro por Eric Heisserer

Melhor Fotografia

Bradford Young (A Chegada)

Linus Sandgren (La La Land: Cantando Estações)

James Laxton (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Rodrigo Prieto (O Silêncio, dirigido por Martin Scorsese)

Greig Fraser (Lion: Uma Jornada Para Casa)

Melhor Animação

Kubo e a Espada Mágica, da Laika

Moana: Um Mar de Aventuras, da Disney

Minha Vida de Abobrinha, da Califórnia Filmes

A Tartaruga Vermelha, dos Studio Ghibli

Zootopia, também da Disney

Melhor Filme em Língua Estrangeira

Terra de Minas, dirigido por Martin Pieter Zandvliet

A Man Called Ove, dirigido por Fredrik Backman

O Apartamento, dirigido por Asghar Farhadi

Tanna, dirigido por Bentrey Dean e Martin Butler

Toni Erdmann, dirigido por Maren Ade

Melhor Documentário

Fogo no Mar, dirigido por Gianfranco Rosi

I Am No Your Negro, dirigido por Raoul Peck

Life, Animated, dirigido por Roger Ross Williams

O.J. Mande in America, dirigido por Ezra Edelman

A 13ª Emenda, dirigido por Ava DuVernay

Melhor Edição

A Chegada

Até O Último Homem

A Qualquer Custo

La La Land: Cantando Estações

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Edição de Som

A Chegada

Horizonte Profundo, dirigido por Peter Berg

Até O Último Homem

La La Land: Cantando Estações

Sully: O Herói do Rio Hudson, dirigido por Clint Eastwood

Melhor Mixagem de Som

A Chegada

Até O Último Homem

La La Land: Cantando Estações

Rogue One: Uma História Star Wars, dirigido por Gareth Edwards

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, dirigido por Michael Bay

Melhor Design de Produção

A Chegada

Animais Fantásticos e Onde Habitam, dirigido por David Yates

Ave, César!, dirigido por Ethan e Joel Coen

La La Land: Cantando Estações

Passageiros, dirigido por Morten Tyldum

Melhores Efeitos Visuais

Horizonte Profundo

Doutor Estranho, dirigido por Scott Derrickson

Mogli, dirigido por Jon Fraveau

Kubo e a Espada Mágica

Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Canção Original

“Audition (The fools who dream)” (La La Land: Cantando estações)

“Can’t stop the feeling” (Trolls)

“City of stars” (La la land: Cantando estações)

“The empty chair” (Jim: The James Foley Story)

“How far I’ll go” (Moana)

Melhor Trilha Sonora

Micha Levi (Jackie)

Justin Hurwitz (La La Land: Cantando estações)

Nicholas Britell (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Thomas Newman (Passageiros)

Melhor Cabelo e Maquiagem

A Man Called Ove

Star Trek: Sem Fronteiras, dirigido por Justin Lin

Esquadrão Suicida, dirigido por David Ayer

Melhor Figurino

Allied, dirigido por Robert Zemeckis

Animais Fantásticos e Onde Habitam

Florence: Quem é Essa Mulher?

Jackie

La La Land: Cantando Estações

Melhor Curta-metragem de Animação

Blind Vaysha

Borrowed Time

Pear Cider and Cigarrettes

Pearl

Piper

Melhor Documentário em Curta-metragem

Extremis

41 Miles

Joe’s Violin

Watani: My Homeland

The White Helmets

Fonte: G1, Entertainment Weekly

Indicados ao Oscar 2016!

Hoje foram anunciadas os indicados as 24 categorias do Oscar, Guillermo del Toro, John Krasinski, Cheryl Boone Isaacs e Ang Lee, apresentaram os indicados, confere o video ai:

https://youtu.be/DW4LtP33M2E

Se não manja de inglês, ta ai a Lista:

Melhor Trilha Sonora Original

50 Shades
Racing Extinction
Youth
The Hunting Ground
Spectre

Melhor Cinematografia

Carol
The Hateful Eight
Mad Max: Fury Road
The Revenant
Sicario

Melhor Documentário Curta

Buddy Team 12
Spectres of the Shoah
A Girl in the River
Last Day of Freedom

Melhor Documentário

Amy
Cartel Land
The Look of Silence
What Happened, Miss Simone?
Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom

Melhor Figurino

Carol
Cinderella
The Danish Girl
Mad Max: Fury Road
The Revenant

Melhor Edição Sonora

Mad Max: Fury Road
The Martian
The Revenant
Sicario
Star Wars: The Force Awakens

Melhor Mixagem de Audio

Bridge of Spies
Mad Max: Fury Road
The Martian
The Revenant
Star Wars: The Force Awakens

Melhor Maquiagem e Penteado

Mad Max: Fury Road
The 100-Year Old Man Who Climbed Out the Window and Disappeared
The Revenant

Melhor curta

Ave Maria
Day One
Everything Will Be Okay
Shok
Stutterer

Melhor curta de animação 

Bear Story
Prologue
Sanjay’s Super Team
We Can’t Live Without Cosmos
World of Tomorrow

Melhor Animação

Anomalisa
Boy and the World
Inside Out
Shaun the Sheep Movie
When Marnie Was There

Melhor Ator Coadjuvante

Christian Bale, The Big Short
Tom Hardy, The Revenant
Mark Ruffalo, Spotlight
Mark Rylance, Bridge of Spies
Sylvester Stallone, Creed

Melhor Atriz Coadjuvante

Jennifer Jason Leigh
Rooney Mara
Rachel McAdams
Alicia Vikander
Kate Winslet

Melhor Efeito Visual

Ex Machina
Mad Max: Fury Road
The Martian
The Revenant
Star Wars: The Force Awakens

Melhor Edição

Big Short
Mad Max
Revenant
Spotlight
Star Wars

Melhor Produção

Bridge of Spies
The Danish Girl
Mad Max: Fury Road
The Martian
The Revenant

Melhor Roteiro Adaptado

The Big Short
Brooklyn
Phyllis Nagy, Carol
Drew Goddard, The Martian
Emma Donohue, Room

Melhor Roteiro Original

Matt Charman & Coen Bros, Bridge of Spies
Alex Garland, Ex Machina
Inside Out
Josh Singer & Tom McCarthy, Spotlight
Straight Outta Compton

Best Original Score

Bridge of Spies
carol
Hateful Eight
Sicario
Star Wars: The Force Awakens

Melhor Filme Estrangeiro

Colombia: Embrace of the Serpent
France: Mustang
Hungary: Son of Saul
Jordan: Theeb
Denmark: A War

Melhor Diretor

Adam McKay, The big Short
George Miller, Mad Max
Inarritu, The REvenant
Lenny Abrahamson, Room
Tom McCarthy, Spotlight

Melhor Atriz

Cate Blanchett
Brie Larson
Jennifer Lawrence
Charlotte Rampling
Saoirse Ronan

Melhor Ator

Bryan Cranston
Matt Damon
Leonardo DiCaprio
Michael Fassbender
Eddie Redmyane

Melhor Filme

The Big Short
Bridge of Spies
Brooklyn
Mad Max: Fury Road
The Martian
The Revenant
Room
Spotlight

Olha só 2 filmes nerds dominando as indicações, Mad Max e Star Wars! The Revenant ta na metade da lista! Será se o Leonardo consegue a estatueta dessa vez??

Sobre os filmes Nerds: CHUPA MARVEL, WARNER & FOX !

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