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| Bruna Dorneles | , ,

Mulher-Maravilha é suspiro que o universo cinematográfico da DC precisava | Review

Finalmente produzindo um filmes sem aparentes controvérsias, a DC apresenta o quarto filme de seu universo cinematográfico e filme que fará até os mais duros críticos do DCU baterem palmas: Mulher Maravilha. História de origem de Diana (Mulher Maravilha), o filme se passa durante a primeira guerra mundial, quando conhecemos a história por trás da foto achada nos arquivos do Lex Luthor em Batman Vs. Superman.

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Diferente do universo da Marvel (como por exemplo, em Thor), o filme não tem a intenção de dar uma explicação mais “científica” para as origens de Diana, não fugindo dos elementos fantasiosos que fazem parte da história da personagem. Ao invés disso, o filme se aproveita da ideia desse contraste de ter uma amazona inserida no contexto do início do século XX, o que realmente abre brecha pra vários momentos de humor que são muito bem aproveitados no filme. Isso combinado com a boa trama e as ótimas cenas de ação, fizeram desse filme um muito mais leve e fluido do que os demais filmes do DCU.

Dito isso, a única ressalva que posso fazer em relação à esse filme é que os elementos mitológicos foram extremamente diferentes da mitologia greco-romana original, mas não é nada que atrapalhe a totalidade do filme. Todo o resto, das cenas de ação, à fotografia, às atuações, foram muito bem executadas. Os personagens novos foram extremamente interessantes, em especial o personagem do Steve (Chris Pine) e sua relação com Diana. A dinâmica dos dois foi divertida e romântica na medida certa.

Steve não foi em nenhum momento enfraquecido pela força de Diana. Ele era humano. E sua humanidade, sua personalidade, suas forças e fraquezas foram uma das coisas que mais trouxeram dimensão à história. Diana claramente tinha muito o que aprender em relação à humanidade, e seus diálogos com Steve claramente passaram a emoção e a ideia de que nem ele, nem nenhum outro humano realmente entende tudo sobre nós mesmos.

E, é claro, a Mulher Maravilha leva badass à um novo nível. Imagino que tenha muita gente que ache que isso não é importante, mas como uma menina que gosta de filmes de super heróis, foi muito bom finalmente ver um filme de uma super-heroína tão bem feito nas telonas. Não que tenha sido bom porque teve uma personagem principal feminina, mas porque teve uma personagem principal feminina além de ser um filme ótimo. Nesse aspecto, achei muito boa a ideia da inserção da Mulher Maravilha no “mundo mortal” se dar durante a primeira Guerra mundial, considerando que esta foi um grande marco para a crescente conquista dos direitos das mulheres.

No final, quer você seja homem ou mulher, fã da DC ou da Marvel, eu definitivamente recomendo que assistam Mulher Maravilha 1 de junho nos cinemas. Eu sei que eu com certeza vou querer assistir de novo.

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