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Crítica | Caça-Fantasmas

| Tiago Amorim |
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Se há alguma coisa estranha no seu bairro, quem você vai chamar? Isso mesmo, elas estão de volta e da melhor maneira possível. Um dos filmes mais polêmicos de 2016 e convenhamos que essa polêmica não foi nada demais, apenas fãs da franquia descontrolados e desnorteados achando que inverter os papéis iria acabar com o nome dos filmes. Com o triste recorde de mais votos negativos em um trailer no YouTube, Caças-Fantasmas me surpreendeu de uma maneira esplêndida. E não parou por ai, o filme ainda deixa a mensagem de ter uma continuação. Antes de tudo, é impossível deixar de citar que se você já está odiando o filme sem nem ao menos ter assistido, eu acho melhor ir assistir primeiro.

Inicialmente eu adorei a atuação das meninas, por mais que elas não tenham muito peso no trabalho cinematográfico e por serem desconhecidas por muitos, elas deram um show. Quem roubou a cena mesmo foi a Leslie Jones, que fez todo o cinema morrer de rir com suas frases e expressões faciais. Isso me leva a um ponto muito importante, pois há um bom que tempo não me divirto tanto com um filme desse gênero.

O enredo foi basicamente a criação das Caça-Fantasmas. O filme mostra desde a união das quatro até a versão “final” do laboratório delas, infelizmente pelo fato do enredo ser simples eu não posso falar muita coisa para não acabar lançando spoilers. Outro fato que acontece no filme são as diversas referências. Por exemplo, logo que o  Kevin que é interpretado pelo Chris Hemsworth chega na sala delas, a Jillian solta um “Ele é tão lindo que parece até um Deus Nórdico” fazendo claramente uma referência ao personagem Thor que é interpretado também pelo Chris. Além disso, nós temos homenagens aos antigos Caça-fantasmas, como o Bill Murray interpretando o Martin Heiss, que é um cético que desmascara fatos sobrenaturais; Dan Aykroyd interpretando um taxista que estava tentando fugir da cidade; Ernie Hudson interpretando Bill que é dono de uma funerária e tio de uma das caça-fantasmas; Sigourney Weaver como mentora de uma das caçadoras de fantasmas e por fim, temos uma dedicatória pós crédito para o falecido Harold Ramis.

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Quanto aos efeitos especiais, ficaram maravilhosos e sinceramente eu esperei bem menos sobre esse ponto. Eu tinha em mente que a única fantasma “realista” seria a mulher que aparece nos trailers, mas tive a surpresa maravilhosa de que todos os fantasmas que aparecem realmente tem essa “pegada” realista, inclusive os vilões. A batalha final é algo empolgante, épico, com uma trilha sonora maravilhosa, mas sem perder o humor do filme.

Se você é fã da franquia e está com medo de ir assistir e se decepcionar, vá e assista tranquilamente, mas sempre lembrando que esse é o início de algo novo. Tenho certeza que você irá morrer de rir e ficar bastante empolgado nas cenas de ação.

Nota: 7

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