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| Tiago Amorim |

A empatia que “iZombie” causa em seu telespectador

A série foi lançada em 2015 e já possui 2 temporadas, mas foi nesse ano que eu descobri o “poder” que ela tem com quem está assistindo. A nossa protagonista Liv, era uma mulher com aquela vida normal do “sonho americano”, tinha um noivo e estava o mais próximo possível de alcançar o ápice de sua carreira como médica, mas tudo isso foi jogado no lixo logo após ela decidir ir a uma festa que mudou totalmente o rumo da sua vida. De pele branca, cabelo com mechas brancas e possivelmente “morta”, Liv acordou dentro dos “envelopes” usados pela equipe médica para colocar os corpos das vítimas. Ela tinha virado um zumbi.

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Ela teve que desistir do seu relacionamento dos sonhos por medo de acabar transformando seu noivo em um zumbi, abandou o emprego de médica no hospital e começou a carreira de legista em um necrotério, onde por motivos óbvios ela conseguiria se alimentar de cérebros. Até que um dia o seu parceiro de trabalho a encontrou comendo uma espécie de macarrão com cérebro de uma das vítimas que estava lá para ser examinada. Por algum motivo desconhecido, quando Liv se alimenta do cérebro de alguém, ela acaba por adquirir algumas manias e além disso ela consegue “reviver” o momento da morte dessa pessoa. Por causa desses “super poderes” ela virou uma peça muito importante nas investigações da morte dessas vítimas que chegam ao necrotério.

Mas, voltando ao assunto principal desse artigo. Eu percebi que a mudança de humor de nossa protagonista, acaba por causar as mesmas emoções nas pessoas que assistem. Em certo episódio, quando ela vê que o ex-noivo está seguindo em frente na sua vida amorosa, a Liv fica inconsolável e isso acabou por me passar a necessidade da empatia com a personagem, sinceramente havia muito tempo que isso não acontecia comigo, a tristeza que é quando você tem que deixar alguém que você ama ir pois sabe que nunca vai poder ficar com essa pessoa novamente. Quando falo sobre a empatia não significa que funciona só com coisas ruins, em certos episódios eu me senti a pessoa mais feliz do mundo pois a Liv me proporcionava isso. Será que estou enlouquecendo? Ou será que as séries são muito mais que simples programas de televisão? No final, nem eu consegui responder essa pergunta.

Eu super indico vocês assistirem e tirarem suas conclusões sobre isso que falei, sobre esse efeito que a série tem em quem assiste. A primeira temporada está disponível no Netflix, então não esperem muito e vão logo assistir. Espero que vocês sejam cativados pela Liv assim como eu fui.

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