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Voltron Legendary Defender |Review|

| Tiago Amorim | ,
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Voltron Legendary Defender é um remake da versão que fez sucesso nos anos 80 e uma parceria da Netflix com a DreamWorks. Estreou dia 10 de junho. Só agora tive tempo de assistir todos os 11 episódios e perceber que estávamos precisando de um desenho assim em 2016. É uma obra que mistura elementos nostálgicos com animação de alta qualidade – aquele CGI bem feito que muita gente tem aversão por causa do que tem acontecido com Dragon Ball Super e Berserk. As músicas têm aquela batida típica dos desenhos e séries antigas com suas baterias marcantes e um teclado que dá a imersão futurista. As lutas são totalmente emocionantes e não lembro de nenhuma que tenha sido chata ou sem um bom clima de aventura. Robôs/mechas se batendo, quando são feitos por quem entende do assunto podem ser surpreendentemente cativantes.

A trama tem início quando três jovens (Lance, Pidge e Hunk) descobrem uma nave caída de um antigo piloto da Terra que fora feito prisioneiro por uma ameaça alienígena. Shiro tem suas memórias comprometidas, mas tenta alertar para os militares que há uma ameaça iminente vindo para nosso planeta. Desacreditado, o ex-piloto é salvo pelos três estudantes dessa escola militar e mais outro aluno (Keith) que havia sido expulso por insubordinação. Juntos, eles descobrem uma área onde está escondido um leão azul, um dos mechas que formariam Voltron, a arma mais poderosa do universo.

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Toda a trama gira em torno desses cinco jovens e na princesa Allura, uma descendente de um reino antigo que era protetor de Voltron. Juntos, eles tem que lutar contra um vilão chamado Zarkon, que comanda o Império Galra e dominou por mais de 10 mil anos quase todo o universo conhecido. Parece uma trama clichê se vista de forma superficial, mas a história fica cada vez mais empolgante, divertida e emocionante a cada episódio.

As personalidades dos personagens são bem distintas e há sempre conflitos entre eles, gerando momentos de tensão e também de muitos alívios cômicos.  Há uma rivalidade entre Lance e Keith que lembra muito aquelas antigas rivalidades de desenhos como Yu Yu Hakusho, Digimon e até mesmo de Dragon Ball. Lance de longe foi o personagem que mais me identifiquei por ser uma pessoa impulsiva e competitiva. Sua relação coma  princesa Allura também é um ponto forte da história.

Ao contrário do que alguns sites anunciaram, os episódios não tiveram uma hora de duração. Apenas o primeiro passou de uma hora, os outros seguiram o padrão de vinte minutos comum de animações. Especula-se que teremos uma segunda temporada, mesmo que a Netflix ainda não tenha se pronunciado, pois diversos críticos aceitaram bem o desenho, ficando com pontuações altas em quase todos os sites especializados.

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Nota: 9.5/10

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