Ano: 2009   | Páginas: 327  | Editora: Novo Século

Quando peguei Marcada para ler, confesso que não esperava muito do livro. Contudo, eu realmente me surpreendi com as primeiras páginas. O universo construído pelas autoras é bem estruturado e tem suas bases em religiões antigas e pagãs.

Ao ler a sinopse, você arrisca que se trata de “apenas mais um livro sobre vampiros”. Mas não é bem assim. As autoras adaptaram (e muito bem) os vampiros a esse universo cercado por tradições e ritos.

Os vampiros vêm convivendo pacificamente com os humanos nos últimos séculos. Sua existência não é um segredo. O vampirismo é uma reação física que ocorre no corpo de alguns adolescentes, quando aumentam os níveis  de hormônios. Em algumas pessoas, os hormônios despertam uma ramificação danificada de DNA que dá início à Transformação.

A protagonista, Zoey Montgomery, estava tendo um dia completamente normal, quando foi marcada como uma vampira. Zoey que costumava se preocupar com provas de cálculo e o futuro de seu namoro com Heath, o quarterback do Broken Arrow, o time da escola, vê-se forçada a mudar de vida e se acostumar com o seu novo futuro, isso se seu corpo conseguir passar pela Transformação sem matá-la. A partir daí, Zoey deixa toda a vida que conhecia para trás e se muda para a Morada da Noite de Tulsa.

A Morada da Noite é uma escola interna, com filiais por todo o mundo, para onde os jovens marcados vão para aprenderem mais sobre as tradições, história do povo vampiro e como sobreviver à Transformação .

Pontuado por momentos divertidos e personagens poderosas, Marcada transforma os vampiros que conhecíamos em seres místicos e mágicos de uma maneira majestosa, dando início a saga que hoje conta com mais onze títulos.